Introdução

Introdução

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Alunos de ADM A falam sobre suas expectativas para o evento,

Olá galera!

Depois de muito trabalho, a organização do evento já está nos últimos detalhes, e aproveitamos para fazer uma rápida entrevista com as turmas de Administração do 8º semestre (salas A e B). Agradecemos aos alunos pela colaboração, e parabéns a todos os cursos que participaram desse grande projeto.

Nos vemos no grande dia... E mais uma vez, Parabéns!




Participaram da entrevista do 8ºA: Guilherme Oliveira, Keli da Silva, Patricia Piva e Patrícia Silvia.

1. Em relação ao andamento do evento Faj Comunidade houve alguma dificuldade até o momento?
Guilherme Oliveira: Não, pois fomos orientados e divididos em grupos. O evento vai ser positivo para imagem da faculdade e também para o cotidiano dos alunos. Em uma atividade social.
Keli da Silva: Sim, pois estamos com um tema que não podemos usar de muita criatividade ou algo inovador, mas em nossas reuniões estamos tentando colocar em prática algo diferente para valorizar o nosso trabalho.
Patricia Piva: Não houve dificuldade, temos nos reunido para discutir o tema, alinhar idéias para facilitar a traçar e colocar em pratica um plano de ação.
Patrícia Silva: Não, pois estamos iniciando este evento Faj Comunidade com idéias de cada integrante e montando um script para elaboração deste trabalho.

2. Quais são os benefícios que vocês esperam proporcionar para a população?
Guilherme Oliveira: Passar conhecimento, oferecer auxilio em determinados assuntos. Proporcionar atividades para as crianças e fazer um dia diferente na vida de cada pessoa presente. Tanto para visitantes quanto para realizadores.
Keli da Silva: Proporcionar um maior conhecimento, tentar alinhar o tema ao dia a dia dessas pessoas e ampliar a visão em relação ao tema abordado.
Patricia Piva: Informação e ampliação da visão para os microempresários sobre o tema Gestão Empresarial.
Patrícia Silva: Informação e ampliação da visão para os micros empresários sobre o tema Gestão Empresarial.

3. Como esta o andamento do projeto do seu grupo?
Guilherme Oliveira: Nosso grupo será Staff, então vamos dar apoio a estrutura do evento. Vamos estar pronto para ajudar no que for necessário. Estamos providenciando algumas tendas, som e tentando alguns brindes para sorteio.
Keli da Silva: Estamos na fase de planejamento, coletando as idéias e alinhando para depois colocar em prática e também buscando os possíveis patrocinadores.
Patricia Piva: Estamos alinhando as idéias e em busca de patrocinadores para colocar as estratégias em prática sobre nosso tema Gestão Empresarial.
Patrícia Silva: Estamos coletando idéias e alinhando para depois colocar em pratica sobre nosso tema Gestão Empresarial. Nesta fase estaremos buscando patrocínio para a elaboração dos panfletos informativos.

4. Quais são as estratégias que vocês vão usar para interagir com o público?
Guilherme Oliveira: Esta questão deverá ser respondida pelo outro grupo, pois quem terá contato com o público serão ele.
Keli da Silva: Para interagir colocaremos banners, folhetos colocando em prática uma estratégia visual, e também abordagens presenciais.
Patricia Piva: Para interagir com o público utilizaremos muito a estratégias visuais, como banners, folhetos, além disso, também abordagens presenciais.
Patrícia Silva: Trabalharemos com a Estratégia Visual, através de banners e abordagens presenciais através de panfletos.
Aproveite você também e registre aqui seu comentário!


Por: Renata Cortezini e Taís Gonçalves

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Fazer a diferença começa com você!

Este é o slogan da segunda edição do
Evento FAJ Comunidade!


O empenho e dedicação das turmas envolvidas na organização do evento tem feito desta edição uma grata surpresa. Vocês vão encontrar uma variedade de atividades definidas com base no feedback da comunidade e dos alunos que participaram da primeira edição, em 2010.

Confira neste Blog o Fórum de Debates sobre os temas do evento feito pelos alunos e aproveite para conferir abaixo a programação.


Nossos mais sinceros agradecimentos a todos que estão colaborando para a realização deste evento que tem como principais objetivos:
  • Fornecer à população um pool de serviços de utilidade pública de maneira centralizada de forma a garantir o acesso a um grande número de informações, em um curto espaço de tempo e com alta qualidade no atendimento prestado.
  • Garantir o acesso da população a serviços que nem sempre se encontram disponíveis aos finais de semana e que não são acessados pelos usuários em virtude do horário de expediente coincidir com o horário de trabalho.
Estamos na reta final de planejamento e organização e já temos um compromisso agendado! Na próxima quarta-feira, dia 16/11, das 21h00 às 22h00, no Anfiteatro do Campus 1 FAJ, teremos a Reunião Geral fundamental para alinhamento e ajustes finais.

Espero por vocês, até lá!
Prof.ª Ana Káthia Guerra

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Conhecimento e Espírito Empreendedor: caminho para a empregabilidade

Diante do inexorável contexto da globalização, e de uma nova atitude frente as necessidades do mundo em que vivemos, percebe-se que alguns dos principais atores sociais tais como empresas, universidades e governos se mobilizam e procuram fomentar e/ou desenvolver novos conhecimentos objetivando proporcionar melhores resultados para a sociedade.

Esses conhecimentos estão intrinsecamente relacionados à capacidade de inovação das organizações. Para as empresas, inovar representa diferenciação, isso proporciona vantagem competitiva e conseqüentemente sucesso nos negócios. Essa conjunção de fatores favorece a atuação do profissional com perfil empreendedor no mundo corporativo.

O conhecimento valioso para as organizações está intrinsecamente armazenado na mente das pessoas, particularmente na mente dos empreendedores que atuam nas mais diversas áreas do saber, e para que os mesmos possam liberar o conhecimento intrínseco é necessário que haja apenas uma coisa: “motivação”. É exatamente isso que as empresas, universidades e governos têm procurado fazer no âmbito de suas respectivas ações para a gestão do conhecimento.

Nesse sentido, o paradigma do empregado que depende de alguém que crie um trabalho para ele; que só realiza tarefas mediante o comando e controle superior; que mesmo dominando determinado conhecimento não tem uma percepção clara de sua aplicação, ou de como transformar esse conhecimento em riqueza, vem mudando de maneira fugaz no mundo corporativo. Um novo profissional se destaca e vem caracterizando-se por criar o que fazer e não esperar o que fazer; buscar implementar soluções inovadoras ou até mesmo um novo empreendimento, propor novos métodos de trabalho; interagir com outros cargos, outras áreas e até mesmo outras empresas na busca pela melhoria constante da produtividade e qualidade de produtos e serviços, bem como pela satisfação, auto-estima e realização profissional.

No passado até que era fácil. O cidadão, com seu canudo universitário debaixo do braço, conseguia emprego em alguma firma, ajeitava-se na escrivaninha e esperava pela promoção por tempo de serviço. Trabalhar na firma não era complicado. Não se gastava neurônio, porque pensar era tarefa do chefe. Não havia risco, porque as decisões fundamentais vinham do patrão e toda a tribo apenas obedecia. As exigências eram poucas. Esperava-se do funcionário que se vestisse adequadamente, fosse assíduo, pontual e cordato. Se ele falasse inglês, era ilustre erudito. Nessa firma tradicional, o inglês não era tão útil quanto o iídiche. Esqueça essa firma de preto e branco, porque ela acabou. Esqueça também esse tipo de emprego. Nos últimos quinze anos, as empresas mudaram tão radicalmente que os especialistas em administração se referem a esse período como anos revolucionários. Tudo o que se refere ao emprego mudou na mesma intensidade, a pontualidade e o tempo de serviço já não são qualidades sagradas na empresa de hoje. A obediência canina virou defeito e falar inglês tornou-se um item fundamental. Sem ele, dificilmente alguém alcança uma boa posição. O mundo do trabalho tornou-se mais difícil, mais complexo, e quem se comporta segundo modelos antigos se arrisca a ingressar nos gráficos de desemprego do IBGE (Revista Veja, 19/10/94).
Robbins (2005) salienta que a economia mundial tem passado por muitas mudanças, e que elas se refletem nas organizações, as quais estão se tornando mais flexíveis e suscetíveis a seus ambientes. Um dos exemplos desse novo posicionamento empresarial refere-se à mão-de-obra. Salienta que, em um mundo em rápida transformação, funcionários permanentes limitam a flexibilidade da empresa. Segundo o autor, um grande contingente de mão-de-obra permanente, por exemplo, restringe as opções gerenciais e aumenta os custos para empresas que sofrem os altos e baixos dos ciclos de mercado. Assim, muitas empresas reduziram drasticamente o quadro de pessoal e, concomitantemente, promoveram um amplo programa de terceirizações1 de áreas cujas atividades eram muito mais de apoio. Muitas empresas têm procurado se especializar naquilo que fazem de melhor, evitando os negócios periféricos – são as chamadas competências centrais.

O profissional competente no novo modelo de gestão do trabalho, no qual se insere o administrador, por exemplo, em termos da capacidade empreendedora que o mesmo deve possuir, não somente para buscar lugar e trabalho no mercado, como, fundamentalmente, permanecer nele, deve reunir diversos requisitos para cada cargo e/ou funções desempenhadas.

Agora é com você! Registre seu comentário e dê continuidade ao debate do tema.

Referência: JUGLER, Osnir José. Conhecimento e espírito empreendedor: desafios e perspectivas para a educação e o mundo corporativo. Disponível em: <http://www.utp.br/cenepe/arquivos/ARTIGO_EMPREENDEDORISMO_17-5-2010.pdf>. Acesso em: 19 Out.2011.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Marketing Cultural e Responsabilidade Social da Empresa

O marketing cultural é um elemento da estratégia de comunicação corporativa que visa, sobremodo, à promoção, defesa, patrocínio e valorização de bens e padrões culturais, sejam de cunho literário, científico, artístico, educacional e a vinculação desses valores com a empresa para a valorização da marca ou da instituição perante os agentes econômicos.

É consensual entre os diversos autores que por promover a associação entre a atividade cultural e a comunicação empresarial, o marketing cultural tem-se revelado nos dias atuais um dos mais eficazes instrumentos de comunicação corporativa. A saturação da publicidade convencional levou as empresas a buscarem formas de comunicação empresarial que consigam, de forma ágil e eficiente, atrair um público consumidor exigente e diferenciado, conferindo às empresas grande valor de mercado.

Isto acontece uma vez que o patrocínio de eventos culturais encontra-se quase sempre associado a uma atividade valorizada socialmente. Assim, o ganho de imagem alcançado pela associação da arte e da empresa origina-se da transferência de valores próprios da primeira, como beleza, sofisticação, exclusividade, ousadia e prestígio, para os produtos e para a marca da segunda.

Logo, através do marketing cultural agrega-se ao produto vendido uma carga simbólica das atividades culturais que oferece aos consumidores mais do que o valor de sua própria utilidade.

Em uma primeira visão o marketing cultural seria a integração funcional entre necessidades e estratégias de comunicação empresarial e atividades artístico-culturais, em razão da percepção de que a promoção de tais atividades revela ao público alguma diferenciação positiva da marca de uma empresa.

Empresas cidadãs são aquelas que consideram em suas estratégia de marketing cultural não apenas o patrocínio de um programa de cunho que utiliza a cultura como instrumento de inclusão social, mas também uma prática ou gestão de projeto cultural duradouro, visto que, apenas no médio e longo prazo, resultados positivos desta política podem ser auferidos pela empresa e pela sociedade.

Agora é com você! Registre seu comentário sobre o artigo e participe deste fórum de debates.

Referência: BARACHO, Maria Amarante Pastor. Responsabilidade Social e Marketing Cultural /Maria Amarante Pastor Baracho e Luiz Fernando Fortes Félix. - Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, Centro de Estudos Históricos e Culturais, 2002.

Por Renata Cortezini

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mãos a obra!

Realização de Projeto com Cliente Real!


Há algumas semanas a turma do segundo semestre de Gestão Comercial da Faculdade Jaguariúna (FAJ) está desenvolvendo projetos e ideias para a ONG Xodó de Bicho.

O projeto consiste em colocar em prática os temas abordados em sala de aula, sendo eles, marketing esportivo, cultural e eventos.

Em um bate papo com o “cliente”, descobrimos que o foco principal da ONG além de doar os animais é conscientizar a população sobre a importância da castração e a necessidade de recursos financeiros para manter a ONG. Com base nessas informações a sala foi dividida em três grupos para buscar meios de suprir essas necessidades: Divulgação, Projeto Educacional e Captação de Recursos. Entrevistamos alguns alunos para saber como andam as coisas. Participaram dessa entrevista: Jennifer Rafaela, Yuri Silva, Maria Cleusa, Nariete Gama (Nara) e Jhones Pierin. Acompanhe a entrevista e registre seus comentários!




1- Em relação ao projeto que seu grupo está desenvolvendo, o que você espera além de contribuir com a ONG?
Yuri:
Eu e o grupo esperamos que as campanhas desenvolvidas por nós possam atingir em cheio o target e fazer com que o público aceite, acate e apoie da forma que for possível, seja adotando, patrocinando ou apenas participando dos atos.
Antes disso esperamos que a ONG seja mais do que cliente, um objeto de estudo para nosso aprendizado.
Jennifer: Espero aprender coisas novas com esse projeto e assim também por em prática em minha vida profissional.
Nara: Divulgar o projeto da ONG e ao mesmo tempo conscientizar as pessoas sobre os animais.
Maria: Esperamos poder aprender mais e obter maior conhecimento.
Jhones: Espero que o projeto some bons resultados para ambos.


2- Qual a expectativa em relação ao projeto da Ong xodó de bicho?
Yuri: Espero que esse trabalho conscientize as pessoas em respeitar os animais, destacando a contribuição para manter ou criar uma sociedade mais justa, solidária e pacífica, além de promover e dar valor à vida animal por meio da educação.
Jennifer: Espero que possamos conseguir uma boa captação de verba para ajudar a ONG a continuar desenvolvendo seu trabalho.
Nara: Que essa ONG possa despertar nas pessoas o amor, a solidariedade e a consciência em ter os animais e cuidá-los com responsabilidade.
Maria: Nossa expectativa é poder contribuir para o desenvolvimento da ONG e poder contribuir para crescimento da mesma.
Jhones: Expectativa muito boa! Estamos com um projeto que já está em andamento e queremos levar esse movimento mais a frente.


3- Qual o principal aprendizado com o projeto até o momento?
Yuri: Opinião pessoal: nenhum, ainda.
Jennifer: Além de aprender como desenvolver um projeto de Captação de Verba, que esse é um projeto que usaremos sempre em todos os ramos de atividades tem todo o aprendizado Social, que é ajudar o próximo não é somente com dinheiro e sim ajudar com nossas experiências passando isso para o pessoal da ONG para que eles tenham mais ferramentas para desenvolver seu trabalho.
Nara: O principal aprendizado é a solidariedade e a conscientização de cuidar com plena responsabilidade dos animais.
Maria: Até o momento podemos aprimorar nossos conhecimentos em pesquisa, porém, esperamos poder colocar em prática demais áreas do MKT.
Jhones: Aprendizado de dinâmica, superação, desafios e expectativas.



Conto com a participação de todos vocês. Deixem seus comentários!
Por Renata Angeloni